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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

REVISTA VEJA RELEMBRA MORTE DE F. GOMES



Estudo aponta que 44 jornalistas foram mortos em 2010, um deles no Brasil

A censura na América Latina alcançou um dos níveis mais altos desde que a região democratizou-se, há três décadas, aponta um relatório do Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ) divulgado nesta quarta-feira. O levantamento feito mostra que 44 jornalistas foram mortos em 2010 em todo o mundo – um deles no Brasil – e 145 foram presos. Outras 31 mortes estão sob investigação. Desde 1992, o total chega a 852. Neste ano, já são cinco vítimas fatais.
"Apesar de a censura não ter a mesma envergadura do que na época das ditaduras militares, quando muitos jornalistas desapareceram e as forças armadas ditavam o que podia ou não ser publicado, seu ressurgimento é preocupante", adverte o documento do CPJ.
Cerca de 90% das vítimas do ano passado eram repórteres locais que cobriam questões que afetam suas comunidades. No caso do Brasil, após dois anos sem assassinatos confirmados, Francisco Gomes de Medeiros, diretor da Rádio Caicó, no Rio Grande do Norte, foi morto por causa de uma reportagem sobre um assalto no dia 18 de outubro.
Paquistão com oito mortes, Iraque com cinco, México, Indonésia e Honduras com três cada e Somália com duas são os países que lideram o ranking de violência. O relatório completo pode ser consultado no site do CPJ.
Silêncio - Em relação à censura no Brasil, o Comitê cita o exemplo de pressões da família Sarney, que mediante uma ação judicial deteve a publicação de denúncias sobre nepotismo e corrupção pelo jornal O Estado de S.Paulo. Na Venezuela, o regime de Hugo Chávez proibiu o jornal El Nacional e outros veículos de publicar imagens violentas durante o mês anterior às eleições legislativas de setembro.
No Equador, o governo do presidente Rafael Correa "tentou substituir as vozes independentes com as suas próprias", enquanto Cuba "manteve seu estrito regime de censura", diz o documento. A autocensura também causa estragos no México, "como consequência da violência dos cartéis de droga e dos grupos criminosos", completa o relatório
(Com agência France-Presse)

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