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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

CASO F.GOMES : SUSPEITO DE SER O MANDANTE DA MORTE DE F. GOMES PODE SER TRANSFERIDO PARA CADEIA DE CARAÚBAS


O comerciante Lailson Lopes, conhecido como Gordo da Rodoviária (foto), pode ser transferido ainda hoje à tarde para a Cadeia Pública de Caraúbas. De acordo com o delegado Márcio Delgado, que está à frente das investigações, a permanência de Lailson no presídio de Caicó poderia atrapalhar as investigações, que ainda não foram concluídas, e que pode envolver outras pessoas, além dele, na morte do radialista F. Gomes. Márcio Delgado diz ter provas suficientes, para manter Lailson preso, como um dos principais mandantes do crime. O delegado vai solicitar a transferência do comerciante ao juiz da Vara Criminal, Luiz Cândido.
Gordo, que é comerciante do ramo de telefones celulares, e tem uma loja nas proximidades do Terminal Rodoviário de Caicó, foi preso nesta manhã de terça-feira (22), por um mandado de prisão preventiva. Na coletiva, o delegado não quis adiantar as motivações que forçou a prisão do Gordo, já que a investigação ainda não foi concluída. Policiais do DEICOR, comandados pelo delegado Márcio Delgado devem realizar novas diligencias ainda esta semana em Caicó. F. Gomes foi assassinado em Caicó no dia 18 de outubro do ano passado.
"Indícios que pediu prisão de comerciante já existiam desde o início", diz Jandui Fernandes
Em entrevista à Rádio Caicó AM, o advogado Jandui Fernandes que defende a família do radialista F. Gomes, assassinado em 18 de outubro do ano passado, diz não ter ficado surpreso com a prisão do comerciante "Gordo da Rodoviária", apontado como possível mandante da morte do radialista.
"Os indícios que levaram o delegado a pedir a prisão preventiva já existiam desde o inicio, mas não foi levado em consideração. trabalho de Marcio Delgado tem sido coerente, e a posição de um advogado tem que ser de colaboração e parceria com a Justiça Judiciária. Não podemos atrapalhar o trabalho do delegado que é que conduz o inquérito", disse Jandui, que deve se pronunciar mais sobre o caso, depois da coletiva do delegado. Na opinião dele, mais pessoas podem estar envolvidos. "A casa começou a cair", disse o advogado.
Fonte : Marcos Dantas

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