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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

FORÇA NACIONAL OFERECE BASE PERMANENTE NO RIO

A Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) afirmou ter oferecido anteontem ao governo do Rio de Janeiro a criação de uma base permanente da Força Nacional de Segurança Pública.


A base teria efetivo fixo no Estado de 540 policiais e, se for aceita, seria a segunda permanente da Força Nacional no país, que já mantém 540 homens em Brasília.
Quando acionado, esse grupo, o Bepe (Batalhão Escola de Pronto Emprego), pode viajar (sem levar veículos) para qualquer lugar do país em menos de quatro horas, segundo o secretário nacional substituto de Segurança Pública Alexandre Aragón.
A Força Nacional foi criada em 2004 e tem efetivo total, não permanente, de cerca de 7.500 pessoas, formado por policiais de todos os Estados.



Policiais participam de operação no Complexo do Alemão, no Rio, em 2007, capitaneada pela Força Nacional



Eles podem ser agrupados em até dez dias a pedido de qualquer governo estadual que enfrente uma crise de segurança pública grave.
"Além de ter a Copa, o Rio foi escolhido porque é um dos principais destinos do país em termos de turismo, e logo depois virão as Olimpíadas", disse Aragón.
A base receberia um contingente de 540 homens, armamento e centralizaria todas as operações urbanas da Força Nacional no país.
A base de Brasília seria responsável pelas operações de fronteira, defesa ambiental e ações de busca e salvamento.
A assessoria de imprensa do governo de Sérgio Cabral disse que não teve conhecimento formal da oferta e que cabe ao Rio fazer esse tipo de pedido, e não o contrário.
CONTAMINAÇÃO
O governo federal já havia oferecido o envio de homens do Bepe, de Brasília, para ajudar na pacificação do Complexo do Alemão. Até ontem, porém, o governo Cabral não havia aceitado.
Segundo Aragón, se entrar no Complexo do Alemão, ao contrário de tropas federais, a Força Nacional ficaria sob o comando do Estado do Rio. Ela também estaria pouco exposta à cooptação. Todo o efetivo seria substituído a cada três meses, para evitar a criação de laços e a corrupção entre policiais e traficantes de drogas.

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